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terça-feira, 1 de março de 2011

LAODICÉIA E O FIM DO MUNDO

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Em meio às ruínas de Laodicéia foi localizado o local da antiga igreja católica, informaram o diário italiano “Avvenire” e o turco Hurriyet. Laodicéia é uma das sete Igrejas para as quais São João escreve no Apocalipse, último livro da Bíblia.

A cidade de Laodicéia ‒ hoje em território turco ‒ foi inteiramente arruinada e abandonada, mas os escombros que ficam falam de sua grandeza, riqueza e esplendor.

A cidade morna na Fé acabou desaparecendo totalmente. Tal vez os habitantes dos tempos apostólicos julgassem que essa perspectiva era impensável, entretanto foi prevista no profético livro do Apocalipse.

A descoberta foi confirmada pelo professor Celal Simsek, chefe da missão arqueológica turca que realizou as escavações. Os restos do edifício sagrado foram identificados com o auxílio de um radar subterrâneo.





O templo foi construído na época romana e ocupava uma superfície apreciável: perto de 2000 metros quadrados. Ele está em bom estado de conservação.

As escavações devem continuar a fim de que o local possa ser visitado pelos turistas.

Também foi recuperada a pia batismal, que segundo o ministro da cultura turco Ertugrul Gunay è ainda mais bela que a da famosa catedral de Santa Sofia em Istambul.

As pesquisas arqueológicas confirmaram que Laodicéia já existia por volta do século IV a.C. e tornou-se um dos principais centros do cristianismo nascente por volta do ano 40/50 d.C. Ela foi sede episcopal.

A comunidade cristã de Laodicéia é mencionada na Epístola aos Colossenses de São Paulo (2,1; 4, 13ss), além do Apocalipse (3,14 ss).

São João escreveu para a última das famosas sete igrejas do Apocalipse:




E ao anjo da Igreja de Laodicéia escreve: Isto diz o Amém (isto é, aquele que é a mesma verdade), a testemunha fiel e verdadeira que é principio das criaturas de Deus.

Conheço as tuas obras, que és nem frio nem quente oxalá foras frio ou quente; mas porque és morno, e nem frio nem quente começar-te-ei a vomitar da minha boca, porque dizer: Sou rico e cheio de bem, de nada tenho falta; e não sabes que és um infeliz, e miserável, e pobre, e cego, e nu.

Aconselho-te, que me compres ouro provado no fogo, para te fazeres rico, e te vestires de roupas brancas (da santidade), e não se descubra a vergonha da tua nudez, e unge os teus olhos com um colírio, para que vejas. Eu, aos que amo repreendo e castigo. Tem, pois, zelo, e faz penitência. Eis que estou à porta (do teu coração), e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e me abrir a porta, entrarei nele, e cearei com ele e ele comigo.

"Eis que estou à porta, e bato" (3,14 ss)

Aquele que vencer eu o farei sentar comigo no meu trono, assim como eu mesmo também venci, e me sentei com meu Pai no seu trono. Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas. (3,14 ss)

Os escritos bíblicos têm várias profundidades de interpretação. A primeira ‒ que é o início de conversa ‒ é a interpretação histórica.

Quer dizer, o que é descrito, é uma realidade existente ou que historicamente existiu.

No caso, a recente descoberta arqueológica forneceu mais uma confirmação científica, colateral mas preciosa, da vida e existência dessa cidade desaparecida.

Laodicéia não é um mito, uma saga, uma mera alegoria literária, mística ou profética.

Foi uma cidade, com a riqueza e a vaidade apontadas, com seus habitantes merecedores da increpação divina: “oxalá foras frio ou quente; mas porque és morno, e nem frio nem quente começar-te-ei a vomitar da minha boca“ (3,14 ss).

As ruínas achadas estão ai para confirmar a realização histórica dessa profecia.

As grandiosas ruínas confirmam também as palavras do discípulo amado à cidade orgulhosa e relativista: “Sou rico e cheio de bem, de nada tenho falta; e não sabes que és um infeliz, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (3,14 ss). A cidade rica ficou nua: mais nada a protegeu da intempérie, as ruínas estão a céu aberto.


"Porque és morno, e nem frio nem quente começar-te-ei a vomitar da minha boca" (3,14 ss). Ruínas de Laodicéia

Num segundo passo a interpretação visa o significado simbólico do trecho bíblico.

No entender de grandes intérpretes das Escrituras como os famosíssimos Pe. Cornélio a Lápide SJ e Pe. Bartolomeu Holzhauser, as sete igrejas representam as épocas em que se divide a História a partir da Redenção até o fim do mundo.

A Igreja de Laodicéia é a última das sete e as palavras referem-se ao estado da Igreja e da humanidade na última era histórica. Quer dizer, no fim do mundo quando Nosso Senhor Jesus Cristo voltará em pompa e majestade a julgar aos vivos e aos mortos.


O fato de Jesus Cristo vomitar a humanidade do fim do mundo não é tanto por ignomínias dessa época conclusiva dos tempos. Mas, aparece como sendo causada pela mediocridade e pela indiferença, quer dizer do relativismo geral instalado nela: “porque és morno, e nem frio nem quente começar-te-ei a vomitar da minha boca”.

Simultaneamente, o texto de São João fala de uma coluna que assegurará a permanência da Igreja. É, portanto, um resto de fiéis à Igreja que Nosso Senhor não vomitará. Podemos supor que sejam aqueles fiéis que, segundo diversas e avalizadas interpretações não vão morrer na conflagração final.

O Amém com que começa o vaticínio divinamente inspirado parece também significar que chegou o fim da História.



A Laodicéia Deus pediu penitência: “Tem, pois, zelo, e faz penitência. Eis que estou à porta (do teu coração), e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e me abrir a porta, entrarei nele, e cearei com ele e ele comigo“ (3,14 ss).

Em La Salette, em Lourdes, em Fátima, Nossa Senhora veio também a nos pedir penitência, mas prometeu uma restauração futura da Igreja. Portanto, essas intervenções da Mãe de Deus não apontam para o fim do mundo em nossos dias, mas estabelecem uma certa analogia de defeitos morais entre uma e outra época.

Essas aparições sugerem que o nosso tempo não é o prefigurado pela igreja de Laodicéia, embora tenha analogias com ele e muitas das palavras dirigidas a essa igreja mereçam ser dignas de uma meditação e uma aplicação séria a nossa época.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ANGLICANOS VOLTAM À PLENA COMUNHÃO COM A IGREJA CATÓLICA

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Conversão dos anglicanos tradicionalistas
atrai protestantes de outras comunidades -
do portal Veritatis Splendor




A conversão dos anglicanos tradicionalistas da CTA motivou o reatamento do diálogo entre a Santa Sé e os anglicanos oficiais (ligados a Cantuária) na Inglaterra. Aleluia! Se abismo atrai abismo, conversão atrai conversão!

Agora é confirmado: a Traditional Anglican Communion (TAC, ou CTA - Comunhão Tradicional Anglicana, em português), ramo anglicano em cisma com a Arquidiocese de Cantuária por querer manter seu status mais conservador, e que há tempos vem flertando com a Igreja Católica, se converteu e foi aceita pela Santa Sé. Louvado seja Deus!

Anglicanos convertidos são fiéis muito especiais. - Primeiro, esses cristãos não são simplesmente novos católicos. Não são quaisquer fiéis. São excelentes fiéis, muito bem formados, acostumados a ler a Bíblia, conhecedores da Tradição Apostólica a tal ponto que se convenceram de que, por ela, só se pode ser católico apostólico romano.

São bispos e padres acostumados a pregar doutrina sólida, não qualquer vento relativista. Com experiência missionária, com aquela gana, que ainda se mantém nas comunidades protestantes, de levar o mundo para Cristo. - Fiéis, padres e bispos que amam tanto a Cristo e a Igreja que tiveram a coragem de romper com sua comunidade protestante. E que amam, além disso, uma liturgia bem celebrada, com características medievais, dado que o antigo rito inglês de Sarum está bem enraizado em seus ofícios.

Não nos esqueçamos também que a TAC já era uma dissidência do anglicanismo oficial de Cantuária, por considerá-lo liberal. Ou seja, não vamos receber ex-anglicanos, agora católicos, relativistas, progressistas, modernistas. Pelo contrário: teremos em torno de 400 mil novos católicos plenamente ortodoxos, defensores da liturgia, que preservam batinas, casulas, sobrepelizes, incensos, latim, vernáculo bem traduzido, Versus Deum, que fazem missões, que não querem manter os povos na ignorância, mas levá-los à adoração de Jesus Cristo, que são devotos da Virgem Maria de Walsingham, que enfrentaram o secularismo de sua própria denominação anglicana a ponto de criarem outra, a Traditional Anglican Communion, e, por fim, se converterem ao catolicismo romano. Fiéis, padres e bispos, e suas esposas e filhos, que vivem o cristianismo dentro e fora das paredes dos templos, e que são absolutamente contra o aborto, o “casamento” gay e outras desvirtuações...

Recebemos não apenas 400 mil almas, mas 400 mil grandes soldados dispostos a lutar por Cristo, 400 mil verdadeiros apóstolos da Tradição, da fidelidade ao Magistério e da liturgia correta. Algo bem próprio do pontificado de Bento XVI.

Não podemos senão nos rejubilar com essa benfazeja notícia.

Fonte: http://batistabras.blogspot.com/2009/10/anglicanos-voltam-igreja-catolica_24.html

COMENTÁRIO DO FERNANDO:

Fernando
União dos Luteranos à Santa Igreja

Caros irmãos:

Antes de mais nada , uma excelente notícia, que, também , se refere a um fato extraordinário, realmente novo.

Hoje o excelente blog " The Anglo-Catholic " informa que a " Anglo-Lutheran Catholic Church " ( ALCC ) dos EUA , pelo seu Arcebispo Metyropolitano , Itl A. Gladfelter, anunciou que , com as suas Paróquias e seus ministros , vai entrar , corporativamente , no Ordinariato a ser erigido , muito em breve , nos EUA , entrando , assim , em plena comunhão com a Santa Igreja.

Pela primeira vez , na História , uma Igrera Luterana regressa à plena união com a Santa Igreja.

É um acontecimento histórico , a ser comemorado e , por ele , devemos dar muitas graças a Deus Onipotente e Misericordioso.

Hoje , também , festa da Cátedra de São Pedro , é o dia de orações pelo ordinariato de Our Lady of Walsingham.

Oremus pro Ecclesia Sancta Dei !

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

LOURDES - 2.ª APARIÇÃO



2ª aparição: Santa Bernadete queria tirar a limpo que não fosse uma ilusão

As falas das moças causaram rebuliço. A mãe de Santa Bernadette advertiu-a. A vida já estava muito difícil e não dava para aprontar mais problemas.

Santa Bernadette concordou, mas ela própria nadava na perplexidade. Teria sido uma ilusão? Ela quis voltar para tirar a dúvida.

Conta Bernadette: “A segunda vez foi no domingo seguinte. Voltei com várias moças, para ver se não me tinha enganado. Eu me sentia muito constrangida interiormente. Minha mãe tinha-me proibido voltar.

“Depois da missa cantada, as outras duas jovens e eu fomos mais uma vez pedir licença à minha mãe. Ela não queria. Dizia-me temer que caísse na água. Temia que eu não voltasse para assistir às vésperas. Prometi que sim, e deu-me então a permissão para ir.

“Fui à paróquia, pegar uma garrafinha de água benta para jogá-la na visão quando estivesse na gruta, se a visse. E saímos para a gruta. Ao chegarmos lá, cada uma tomou o seu terço e nos ajoelhamos para rezá-lo. Apenas tinha acabado de rezar a primeira dezena, quando vi a mesma Dama”.

Somente Santa Bernadette via e ouvia Nossa Senhora.

“Então comecei a jogar água benta nela, dizendo que, se vinha da parte de Deus, que permanecesse; se não, que fosse embora; e me apressava sempre a jogar-lhe água.

“Ela começou a sorrir, a inclinar-se. Mais água eu jogava, mais sorria e girava a cabeça, e mais a via fazer aqueles gestos. Eu então, tomada pelo temor, me apressava a aspergi-la mais, e assim o fiz até que a garrafa ficou vazia.

“Quando terminei de rezar meu terço, Ela desapareceu e não me disse nada. Nós nos retiramos para assistir às vésperas”.

NOSSA SENHORA DE LOURDES - 1.ª APARIÇÃO


1ª aparição: à procura de gravetos para suportar o frio



Todavia, naquele 11 de fevereiro a luta pela vida continuou implacável. O pai, Francisco, deitou-se entre esgotado e deprimido. O frio em Lourdes corta a pele como uma navalha e não havia lenha na lareira.

Bernadette prontificou-se a colher gravetos num bosque vizinho. Iria junto com umas amigas que também tinham necessidade. Louise, a mãe, não queria pois a saúde de Bernadette, que padecia de asma, andava fraca.

Porém, a necessidade e a insistência da filha levaram-na a aceitar. Aliás, Louise, ainda venderia uma parte daqueles gravetos e conseguiria fazer mais uma pobre sopa quente para o marido e os filhos naquela noite.

Bernadette foi, como sempre, levando seu terço no bolso. A mãe fez questão que voltasse para assistir às vésperas na igreja.

As meninas partiram com a ingênua alegria das almas sofridas, despretensiosas, generosas e sacrificadas.

Elas discutiram um pouco onde achar os melhores gravetos sem contrariar os proprietários dos bosques. Disputaram um pouquinho sobre o caminho a percorrer. Afinal puseram-se de acordo. Bernadette saiu na frente indicando a estrada.
Ouçamo-la contar ela própria o que então sucedeu.

“A primeira vez que fui à gruta, era quinta-feira, 11 de fevereiro. Fui para recolher galhos secos com outras duas jovens. Quando estávamos no moinho, eu lhes perguntei se queriam ver onde a água do canal se encontrava com o Gave. Elas me responderam que sim. De lá, seguimos o canal e nos encontramos diante de uma gruta, não podendo mais prosseguir.

“Minhas duas companheiras se colocaram em condição de atravessar a água que estava diante da gruta. Elas a atravessaram e começaram a chorar. Perguntei-lhes por que choravam, e disseram-me que a água estava gelada. Pedi que me ajudassem a jogar pedras na água, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas disseram-me que devia fazer como elas, se quisesse. Fui um pouco mais longe, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas não poderia”.

Esta preocupação se explica porque Bernadette sofria de asma, e a mãe não queria que tomasse friagem. Prossegue o relato:

“Então, regressei diante da gruta e comecei a tirar os sapatos. Tinha acabado de tirar a primeira meia, quando ouvi um barulho como se fosse uma ventania. Então girei a cabeça para o lado do gramado, do lado oposto da gruta. Vi que as árvores não se moviam, então continuei a tirar meus sapatos.

“Ouvi mais uma vez o mesmo barulho. Assim que levantei a cabeça, olhando a gruta, vi uma Dama vestida de branco. Tinha um vestido branco, um véu branco, um cinto azul e uma rosa em cada pé, da cor da corda do seu terço.

“Eu pensava ser vítima de uma ilusão. Esfreguei os olhos, porém olhei de novo e vi sempre a mesma Dama. Coloquei a mão no bolso, para pegar o meu terço. Queria fazer o sinal da cruz, mas em vão. Não pude levar a mão até a testa, a mão caía. Então o medo tomou conta de mim, era mais forte que eu. Todavia, não fugi. A Dama tomou o terço que segurava entre as mãos e fez o sinal da cruz. Minha mão tremia, porém tentei uma segunda vez, e consegui. Assim que fiz o sinal da cruz, desapareceu o grande medo que sentia, e fiquei tranqüila.

“Coloquei-me de joelhos. Rezei o terço, tendo sempre ante meus olhos aquela bela Dama. A visão fazia escorrer o terço, mas não movia os lábios. Quando acabei o meu terço, com o dedo Ela fez-me sinal para me aproximar, mas não ousei. Fiquei sempre no mesmo lugar. Então desapareceu imprevistamente.

“Comecei a tirar a outra meia para atravessar aquele pouco de água que se encontrava diante da gruta, para alcançar as minhas companheiras e regressarmos. No caminho de volta, perguntei às minhas companheiras se não haviam visto algo.

“— Não.

“Perguntei-lhes mais uma vez, e disseram-me que não tinham visto nada. Eu lhes roguei que não falassem nada a ninguém. Então elas me interrogaram:

“— E tu viste algo?
“Eu lhes disse que não.
“— Se não viste nada, eu também não.

“Pensava que tinha me enganado. Mas retornando a casa, na estrada me perguntavam o que tinha visto. Voltavam sempre àquele assunto. Eu não queria lhes dizer, mas insistiram tanto, que decidi dizê-lo, mas na condição de que não contassem para ninguém. Prometeram-me que manteriam o segredo. Mas assim que chegaram às suas casas, a primeira coisa que contaram foi que eu tinha visto uma Dama vestida de branco. Esta foi a primeira vez”.

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São Pio X: Lourdes excede em glória todo outro santuário mariano


“A glória única do santuário de Lourdes reside no fato de nele serem os povos atraídos de toda parte, por Maria, à adoração de Cristo Jesus no augusto sacramento; de sorte que aquele santuário, ao mesmo tempo centro de culto mariano e trono do mistério eucarístico, excede em glória, ao que parece, todos os outros no orbe católico”.

Breve de 25 de abril de 1911: Arch. Brev. Ap., Pius X,
an.1911, Div. Lib. IX, pars I, f. 337.



Pio XII: a malícia dos adversários permitiu que a aparição de Lourdes brilhasse com mais evidência

“Não é de admirar que os nossos predecessores se hajam comprazido em multiplicar os seus favores para com esse santuário. Desde 1860, Pio IX, de santa memória, regozijava-se de que os obstáculos suscitados contra Lourdes pela malícia dos homens houvessem permitido ‘manifestar com mais força e mais evidência a clareza do fato’ (Carta de 4 de setembro de 1869, Ep. lat. an.1869, n. 388, f. 695.).
“E, forte dessa segurança, ele cumula de benefícios espirituais a Igreja recém-educada, e faz coroar a estátua de nossa Senhora de Lourdes.”

Carta Encíclica “Le Pelèrinage de
Lourdes”, 2 de julho de 1957.


Pio XI: Lourdes confirmou a proclamação do dogma da Imaculada Conceição

“O que em Roma, pelo seu magistério infalível, o sumo pontífice definia, a Virgem Imaculada Mãe de Deus, a bendita entre as mulheres, quis, ao que parece, confïrmá-lo por sua boca, quando pouco depois se manifestou por uma célebre aparição na gruta de Massabielle”.

“Certamente, a palavra infalível do pontífice romano, intérprete autêntico da verdade revelada, não necessitava de nenhuma confirmação celeste para se impor à fé dos fiéis. Mas com que emoção e com que gratidão o povo cristão e seus pastores não recolheram dos lábios de Bernardete essa resposta vinda do céu: "Eu sou a Imaculada Conceição"!


Decreto De Tuto para a canonização de santa
Bernardete, 2 de julho de 1933: AAS 25(1933), p. 377.


Bento XVI em Lourdes:


“Numerosas são as pessoas que o testemunharam: o encontro com o rosto luminoso de Bernadete impressionava os corações e os olhares. Tanto durante as aparições como quando ela as narrava, o seu rosto tornava-se completamente radioso. Bernadete já estava habitada pela luz de Massabielle.

“No entanto, a vida quotidiana da família Soubirous era tecida de miséria e tristeza, de doença e incompreensão, de rejeição e pobreza. Embora não faltando amor e afecto nas relações familiares, era difícil viver no “cachot” (no “cárcere”).

“Contudo, as sombras da terra não impediram de brilhar a luz do céu: «A luz brilha nas trevas...» (Jo 1, 5).”

(Fonte: homilia na procissão das velas, 13.9.08)


São Pio X: Lourdes é promessa da vitória iminente sobre os ímpios


“É preciso acrescentar que Pio IX não muito antes [das aparições] havia declarado ser de fé católica a Conceição Imaculada de Maria que, na cidade de Lourdes, começaram maravilhosas manifestações da Virgem, e foi, como se sabe, a origem dessas igrejas elevadas em honra da Imaculada Mãe de Deus, obra de alta magnificência e de imensos trabalhos, onde prodígios quotidianos, devidos à sua intercessão, fornecem esplêndidos argumentos para prostrar na confusão a incredulidade moderna.


“Tantos e tão insignes benefícios concedidos por Deus pelas piedosas solicitações de Maria, durante os cinqüenta anos transcorridos, não deveriam nos fazer esperar a salvação num tempo ainda mais curto do que nós acreditávamos?

Da mesma maneira, há como uma lei da Providência divina, a experiência ensina-nos isto, segundo a qual entre os extremos derradeiros do mal e a liberação jamais há muita distância. “O tempo de sua vinda está próximo. Pois o Senhor terá piedade de Jacob, e em Israel terá seu eleito” (Is. XIV, 1).

“É pois com inteira confiança que nós mesmos podemos esperar que dentro em breve exclamemos : “O Senhor quebrou o cetro dos ímpios. A terra está em paz e silêncio, ela se regozija e ela exulta” (Is. XIV, 5 e 7).”

Carta encíclica Ad diem illum, de 2 de fevereiro
de 1904: Acta Pii X, vol. 1, p.149.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

MONTEIRO LOBATO NÃO PODE, JÁ PORNOGRAFIA...

MEC ... Pornografia PARA CRIANÇAS na faixa dos 10 anos!  Inclusive incita a DESOBEDIÊNCIA às orientações dos pais.







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O mesmo país e o mesmo governo que aprovaram uma Lei do Estupro que distorce a realidade, como provam os indicadores da Secretaria de Segurança Púbica (ver post abaixo), permite isto:



“Olha, ele fica duro! O pênis do papai fica duro também?
Algumas vezes, e o papai acha muito gostoso. Os homens gostam quando o seu pênis fica duro.”


“Se você abrir um pouquinho as pernas e olhar por um espelhinho, vai ver bem melhor. Aqui em cima está o seu clitóris, que faz as mulheres sentirem muito prazer ao ser tocado, porque é gostoso.”



“Alguns meninos gostam de brincar com o seu pênis, e algumas meninas com a sua vulva, porque é gostoso. As pessoas grandes dizem que isso vicia ou “tira a mão daí que é feio”. Só sabem abrir a boca para proibir. Mas a 

verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema”.



São trechos do livro “Mamãe, Como Eu Nasci?”, aprovado pelo MEC para alunos na faixa dos 10 anos. 



Ah, sim: o MEC havia vetado Monteiro Lobato! Monteiro Lobato não pode! Pornografia para crianças, tudo bem!, incluindo o incitamento para que desobedeçam às orientações do pai e da 

mãe porque “a brincadeira não causa nenhum problema”.


Incrível, não? Eu realmente não sei como foi que a civilização chegou até aqui sem a ajuda desses libertadores sexuais. Se, sem eles, já tivemos Leonardo, Michelangelo, Schopenhauer e Beethoven, imaginem quando a masturbação for estatizada e tratada por professores convertidos em animadores sexuais…

Ninguém mais vai querer pintar, fazer música ou esculpir. Passaremos a eternidade mexendo no pingolim e na borboletinha.


Não sei se peço cadeia ou médico pra essa gente.







Por Reinaldo Azevedo





segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

POR QUE "MULHER" NO LUGAR DE MÃE?

EVANGÉLICO: "... tenho lido a bíblia católica versão ave maria, consultei, inclusive a versão online, e não achei em nenhum lugar Jesus chamando maria de mãe, se ele não chamou de mãe é porque não é, ou vai falar que voce chama sua mãe de mulher?"

Se Jesus, o melhor de todos os homens e o filho mais perfeito, não a chamava de "mãe" é porque havia outra forma, ainda mais excelente de chamá-la: "MULHER". Não uma qualquer, pois aquela que é chamada pelo Espírito Santo de "MÃE DO SENHOR", não pode ser uma qualquer, e sim a que haveria de esmagar a cabeça da serpente infernal (Gen 3,15) através de sua descendência, N. S. J. Cristo.











UM EVANGÉLICO: - "... tenho lido a bíblia católica versão ave maria, consultei, inclusive a versão online, e não achei em nenhum lugar Jesus chamando maria de mãe, se ele não chamou de mãe é porque não é, ou vai falar que voce chama sua mãe de mulher?"

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Se Jesus, o melhor de todos os homens e o filho mais perfeito, não a chamava de "mãe" é porque havia outra forma, ainda mais excelente de chamá-la: "MULHER". Não uma qualquer, pois aquela que é chamada pelo Espírito Santo de "MÃE DO SENHOR", não pode ser uma qualquer, e sim a que haveria de esmagar a cabeça da serpente infernal (Gen 3,15) através de sua descendência, N. S. J. Cristo.




Você disse: "... se ele não chamou de mãe é porque não é... ". Pois bem, se efetivamente Maria Santíssima não é a Mãe de Deus, como se explica esta contradição bíblica constante de Lc 1,43 proclamada por alguém "cheio do Espírito Santo"? Leia e se alegre com os católicos:

"Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?" (São Lucas 1,43)



sábado, 15 de janeiro de 2011

MENTIRAS DO PASTOR

Refutando o Pr. Batista Steve Montgomery

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O Pr. batista Steve Montgomery, da Igreja Batista independente de Ourinhos, S.P elaborou um fantasioso “guia histórico,” repleto de absurdos erros históricos, mentiras e omissões, com o destemido propósito de explicar a sua igreja.

Atraído pelo odor de enxofre das inverdades do “guia histórico” do pastor, fui compelido a refutar-lhe os embustes e provar a verdadeira origem dos batistas.

Este é o link onde encontra-se o tal “guia histórico” do pastor:

http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatistas/BatistasNosSeculosEBrasil-Montgomery.htm


Abaixo, nossa refutação em
azul.


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Primeiro século d.C.


1. 26-30 d.C. A igreja de Jesus Cristo constituída.

Fato. Igreja no singular.

A. Jesus Cristo ajuntou alguns judeus convertidos e batizados para começar a "sua igreja." Data e local desconhecidos. Não havia organização formal.

Pura calúnia! No início dos anos 30, na Palestina, Jesus manifestou o interesse de fundar a Igreja (Mt 16,18), Igreja esta que teria autoridade (Mt 18,17), cujo sinal de unidade seria a pessoa de Pedro (Mt 16,18-19; Jo 21,15-17; etc). Pedro era o líder escolhido por Cristo: "E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: "Apascenta os meus CORDEIROS."... “Apascenta as minhas OVELHAS." (João 21,15-16).

Todas as vezes que os evangelistas nomeavam os doze apóstolos, o faziam invariavelmente começando por Pedro e terminando por Judas, com os demais ocupando lugares diferentes (Mt 10, 2-4, Mc 3, 16-19, Lc 6, 14-16, Atos, 1, 13). Se não é difícil imaginar o porquê do último lugar ao traidor, também não o é o primeiro para Pedro. Mateus é explícito: "Primeiro, Simão que se chama Pedro." (Mt 10, 2-4). Tentava o pastor Montgomery apenas fazer parecer comum, a desordem organizacional que é o protestantismo.

B. Jesus deu apóstolos e profetas à igreja. Eles estão no fundamento dela.

Fato.

1. Não há apóstolos e profetas atualmente. Não são necessários.

Estranhamente há vários falsos apóstolos e profetas entre os evangélicos e a “profetiza” Ana Paula Valadão na batista.

C. Jesus deu a fé, ou a doutrina apostólica, à igreja uma só vez para sempre.


Pura calúnia! Jesus deixou o Espírito Santo para orientar a Igreja.
“Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão.” (João 16, 12-13)


1. Ela (a Igreja), é completa e não há necessidade de receber novas revelações.

Fato. Isso exclui todas as seitas heréticas incluindo o protestantismo tardio.

D. Jesus deu a batismo à igreja. É o batismo de João que Ele próprio recebeu.

Epa! O batismo de Jesus não é o de João, com apenas água. Disse João batista: “Eu vos batizo com água, para arrependimento, Mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” (Mt 3,11)

1. É a imersão em água do crente confesso, em obediência à direção do Espirito Santo pela igreja que Jesus fundou e enviou ao mundo.

Alto lá! Nada de “imersão” precisamente. Em (At 8,36-38), lemos sobre o batismo do eunuco etíope, feito pelo diácono Filipe, no caminho entre Jerusalém e Gaza, onde geograficamente, não existe nenhum rio ou lagoa em que seria possível batizá-lo por imersão. Há apenas pequenas nascentes. - (At 9,18-19) relata o batismo de Saulo convertido numa casa de Damasco. Não havia piscina nem tempo para batismo por imersão. - Em ( At 16,33 ) S. Paulo batizou o carcereiro, e nos cárceres romanos não havia piscina!

E. Jesus deu a ceia memorial à igreja para lembrar dele até a sua volta.

Ops! “ceia memorial”??? Cristo está fisicamente presente nos alimentos consagrados desta cerimônia, que deve ser feita até sua volta visual ao mundo. “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor." (1Cor 11, 28-29).

1. É feito com o pão sem fermento e o cálice em memória do corpo e sangue de Cristo.


Corrigindo: com pão ázimo e vinho no altar. E não pão de padaria com suco de uva. Para a comunidade, o pão consagrado basta, como consta nas Escrituras: (Jo 6, 58), (At 2, 42), (At 2, 46-47),(At 20, 7).

F. Jesus deu disciplina à igreja para que ela continue separada do mundo, e para o crescimento espiritual dos seus membros.

Assim tem ocorrido com a Igreja Católica fundada por Cristo. Sua matriz fica num país especial, o Vaticano, guardado por filhos de uma nação neutra, a Suíça, e onde o governo secular não tem qualquer domínio sobre a Igreja.

G. Jesus deu O Espirito Santo à igreja para que ela tenha a sua direção, presença e poder até a volta de Cristo.


Fato. Isso contradiz o pastor que afirmava antes: “1. Ela (a Igreja), é completa e não há necessidade de receber novas revelações.”

H. Jesus deu à igreja ordens para pregar o evangelho, batizar discípulos, e ensiná-los sua doutrina até os confins da terra e até a consumação dos séculos.


Fato. Como é bom ver o pastor falando no singular (“à Igreja”). Só a Igreja Católica estava presente quando Cristo deu tais ordens, ela é a única e verdadeira enviada de Cristo que remonta sua passagem na terra. A Igreja Católica é a única Igreja que tem o nome de seu fundador nas Escrituras.

I. A igreja de Cristo é separada do estado.

Fato. A Igreja Católica tem seu próprio governo desde que Cristo a entregou a Pedro. E desde Pedro o Estado já martirizou mais de 20 papas da Igreja.

J. Jesus prometeu que a sua igreja não morreria, Mateus 16:18.


Algumas datas históricas importantes


. Disse isso a seu líder Pedro, e não a John Smyth, fundador dos batistas no século 16.

K. Cada igreja local é independente, autônoma e sem hierarquia.

Pura calúnia! As Escrituras mostram a liderança de Pedro, o líder da Igreja de Cristo no concílio de Jerusalém: “E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: “Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós (do meio de vós), para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem.” (At 15,7). As palavras de Pedro foram acatadas por todos. Se fossem “independentes” não fariam concílio para ouvir o líder.

2. 70 d.C. A destruição de Jerusalém pelos romanos e a nação de Israel espalhada.


Ops! Jerusalém foi destruída pelo império romano pagão, que martirizou mais de 20 papas antes de ser evangelizado pela Igreja Católica.

A. Até o fim do primeiro século d.C., a igreja tinha plantado igrejas em muitas terras, tais como Palestina, Síria, Grécia, Turquia, Itália, Espanha, Bretanha, Persa, até à divisa da Índia, África, etc. A igreja era missionária!


Fato. Até hoje essas igrejas continuam corpo da mesma e única Igreja Católica sediada em Roma, “Itália” citada pelo pastor. Nenhuma dessas igrejas plantadas era protestante. Pois as protestantes só seriam fundadas 16 séculos depois.

B. Algumas heresias apareceram mas muitas igrejas continuaram fiéis.


Fato. Os papas faziam concílios e condenavam todas as heresias que iam surgindo. Essas heresias vinham dos arianos, donatistas, montanistas, novacianos, anabatistas e outros.

C. Nenhuma igreja no mundo estava ligada ao estado.

Fato. Desde Pedro o Estado já martirizou mais de 20 papas da Igreja.

D. Não haviam organizações missionárias nem associações, convenções, ou confraternizações, mas havia a obra missionária que funcionava muito bem!

Pura calúnia! Já mostramos que as Escrituras mostram a soberania de Pedro sobre os reunidos no concílio de Jerusalém (At 15,7). As palavras de Pedro foram acatadas por todos. A Igreja de Cristo não é o samba do crioulo doido protestante.

Do Segundo ao Quarto Século d.C.
1. 203 d.C. Surgiu Origenes que mudou a maneira de interpretar a Bíblia.


Ops! Favor não omitir que Orígenes teve seus ensinos condenados pela Igreja Católica no Segundo Concílio de Constantinopla.

2. 249 d.C. O Imperador Décio veio ao trono romano e exigiu que todos, sem exceção, abraçasse a religião pagã ou morresse. Muitos falsos crentes deixaram as igrejas. Quando voltaram depois da perseguição e quiseram ser membros, houve divisão no meio dos cristãos se deveriam recebe-los de volta ou não
.

O Papa Fabiano foi o vigésimo Bispo de Roma, (236-250), Ele foi um dos primeiros a sofrer o martírio pelas ordens do imperador Décio. Grande número de outros católicos também foram dizimados. Correção: Não ouve “divisão” na Igreja, apenas Novaciano, um clérigo da Ásia Menor, não admitia que cristãos que haviam negado a fé e oferecido sacrifícios aos deuses pagãos durante a perseguição de Décio, fossem perdoados e readmitidos na Igreja Católica pelo Papa Cornélio. Novaciano foi excomungado pela sua arrogância.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Novacianismo



3. 251 - 256 d.C. A origem dos novacianos. Separaram-se das igrejas que depois foram reconhecidas pelo governo.


Correção: Novaciano depois de excomungado fundou um movimento herético que acabou sendo beneficiado com a cessação das perseguições, por ocasião do Édito de Milão que declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso. Sua “teologia” influenciou posteriormente a seita dos donatistas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Novacianismo


Nessa época dizia São Cipriano que morreu no ano 258: “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epist. 55, n.1, Hartel, 614); “E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4); “Roma é a matriz e o trono da Igreja Católica.” (Epist. 48, n.3, Hartel, 607).


4. 312 d.C. A separação dos irmãos no norte da África da igrejas que depois vieram a ser a Igreja Católica Romana. Estes irmãos receberam o nome de um líder chamado Donato, um pastor de destaque na época. Eram iguais aos novacianos e duraram muitos séculos.


Quanta lorota! O que o aleivoso pastor chama de “a separação dos irmãos no norte da África” é na verdade a criação da seita de um bispo católico apostata chamado Donato, que saiu da Igreja Católica existente desde o século 1, e já havia sido governada por 31 papas. Ver lista dos papas:




O Donatismo (cujo nome advém de Donato de Casa Nigra, bispo da Numídia e posteriormente de Cartago) foi uma seita religiosa cristã, considerada herética e cismática pelo catolicismo. Surgiu nas províncias do Norte de África na Antiguidade Tardia. Iniciou-se no início do século IV e foi extinta no final do século VII. http://pt.wikipedia.org/wiki/Donatismo



5. 312 d.C. O Édito de Milão, reconhecendo o cristianismo como religião.


Pura calúnia! O Édito de Milão (313 d.C.), apenas declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição.

6. Durante este tempo, três doutrinas falsas desenvolveram-se.

Lá vem lorota protestante.

A. Formação de hierarquia.


Pura calúnia! Desde quando “formação da hierarquia” é doutrina??? Além do mais, a Igreja Católica já era uma organização constituída em sua hierarquia instituída pelos apóstolos. Já tinha sido governada por 31 papas. Ver lista dos papas: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_dos_papas



1. Alguns bispos (pastores) começaram a mandar além da sua própria igreja. Foram chamados bispos paroquiais, bispos que governaram várias igrejas, e bispos metropolitanos que governaram outros pastores.


Pura calúnia! Esse “pastores” colocado entre parênteses são hilários. O bispo Santo Inácio de Antioquia, que foi discípulo de João apóstolo (ano 110), já descrevia assim, os cargos iniciais da Igreja de Cristo: "... assim como há um bispo, um clérigo, e meus caros servidores, os diáconos. Isto irá assegurar que todo o seu proceder está de acordo com a vontade de Deus." (carta aos Filadelfos IV - ano 110).

Santo Irineu (180), registrou em sua obra: “Depois de terem fundado e estabelecido a Igreja de Roma, os bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo confiaram-na à administração de Lino, de quem fala São Paulo na Carta a Timóteo (2 Tm 4,21). Sucedeu-lhe Anacleto ...” (Contra as Heresias 3,3,2)

2. O governo das igrejas foi estruturado como o do Estado.


Pura calúnia! O estado era inimigo mortal da Igreja e lhe dizimou mais de 20 papas. Repetimos isso na esperança de que o pastor pare de mentir um dia.

B. Regeneração batismal.


Pura calúnia! A Igreja batiza adulto e seus filhos desde as ordens do apóstolo Pedro: "Disse-lhes Pedro: 'Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar'." (Atos 2,38-39)

C. Batismo infantil.


O historiador Orígenes (+253), atesta que a Igreja sempre batizou as crianças: "A Igreja recebeu dos Apóstolos a tradição de dar batismo também aos recém nascidos". (Epist. ad Rom. Livro 5,9).

7. Havia vários grupos de Igrejas primitivas e verdadeiras:

Leia-se, seitas heréticas saídas da única e verdadeira Igreja Católica Apostólica Romana primitiva.

A. Montanistas, do século II ao século VIII.

Significado de Montanismo: doutrina herética de Montano (séc. II), a qual aplicava com rigor os dogmas do cristianismo, mas proclamava além disso uma ação constante do Espírito Santo, de quem Montano se dizia profeta. http://www.dicio.com.br/montanismo/


Ué o pastor não disse que a igreja não precisa de profeta???

B. Novacianos, do século III ao século VIII.

Assunto já refutado acima.

C. Cristãos ingleses, desde o século I até o Sínodo de Whitby em 664 d.C. Nesta data passaram a ser católicos.


Pura calúnia! Não há relatos de cristãos na Inglaterra no século 1, senão no século 3.


As evidências arqueológicas demonstram um cristianismo muito temporão, levado às ilhas Britânicas, seguramente por escravos dos assentamentos Romanos ou por cristãos que fugiam às ilhas Britânicas para libertar-se da perseguição, provavelmente através das rotas comerciais do estanho compartilhadas com Irlanda e Espanha. Esses cristãos eram católicos sim, tanto é que seus bispos estiveram presentes no Concílio de Arles, realizado em 314 d.C. na França. Desde quando acatólicos vai a concílio da Igreja?

D Cristãos na Ásia Menor das montanhas "Taurus" no sul e leste do Mar Negro, até o século .

Frase maluca, sem qualquer sentido.



Do Quarto ao Quinto século


1. 314 até 336 d.C. Silvestre I, bispo (pastor) em Roma, e o imperador Constantino estabeleceram o cristianismo como uma religião oficial do Império Romano.

Pura Calúnia! Necas de “(pastor)” entre parênteses. O papa Silvestre jamais se juntou com Constantino para isso. Constantino jamais tornou “o cristianismo como uma religião oficial do Império Romano”. Constantino era sacerdote pagão.

2. 325 d.C. Constantino presidiu o Concilio de Niceía que definiu o Credo com o mesmo nome.

Pura calúnia! Que Osio (legado do Papa), tivesse presidido o Concílio afirma-o Sto. Atanásio, contemporâneo de fato (Apol. de fuga sua, c. 5). Afirmam-no implicitamente os próprios arianos escrevendo que ele (Osio) "publicara o sínodo de Nicéia" (Ap. Athânas, Hist. arian. c. 42). Cai a farsa.

3. 330 d.C. A capital do Império foi movida para Constantinopla, (Bizâncio), ou Istambul de hoje.


Isso não compete a Igreja, é decisão do estado.

4. 337 d.C. Constantino foi batizado no leito da morte. Prova que não era cristão verdadeiro porque pensou que estava lavando todos os pecados da sua vida de uma só vez antes da morte. Ele creu na regeneração batismal.


Como estamos afirmando desde antes: Constantino sempre foi pagão, foi batizado no leito de morte na seita dos arianos, seita esta condenada antes, no Concílio de Nicéia pela Igreja Católica.

5. 476 d.C. A queda de Roma e o Império Ocidental.


Isso significou o triunfo da Igreja Católica que evangelizou seus imperadores e seu povo.

6. Os erros desta época:

Lá vem lorota!

A. As heresias já desenvolvidas foram transformadas em doutrina oficial da Igreja unida com o governo Romano, com o imperador como Pontifex Maximus ou grande sumo sacerdote do cristianismo. Constantino precisava do apoio político dos cristãos. Eles, por sua parte, queriam prestígio, poder e dinheiro.


Pura calúnia! O imperador romano era “Pontifex Maximus” do paganismo e jamais ofereceu doutrina à Igreja. O papa, é pontífice da Igreja de Cristo, muito antes de Constantino nascer. “Porque todo o sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados;" (Hb 5,1)


Do mesmo modo que o Diabo era a “estrela da manhã” do mal (Is 14,12), e Cristo a “estrela da manhã” do bem. (Apo 22,16)

B. Com o desenvolvimento eclesiástico da hierarquia dos pastores, o bispo de Roma foi chamado o Pai da Igreja, isto é, o Papa, ou Bispo Universal.


Pura calúnia! Na Enciclopédia Compacta da revista “Isto é”, pág. 259, tópico Igreja Católica, lemos: [“Roma foi a única Igreja ocidental fundada por um apóstolo (São Pedro). Da Irlanda aos Cárpatos, os cristãos passaram a reconhecer o bispo de Roma como o Papa (do latim vulgar papa, “pai”)].

1. A capital política em Constantinopla; a capital religiosa em Roma.

Pura calúnia! O ano de 330 marca o momento da transferência da capital do Império Romano para Constantinopla e demonstra a vontade do imperador Constantino em voltar a ter sob o seu poder os dois impérios: o Oriental e o Ocidental, cuja divisão foi levada a cabo por Diocleciano em 286, de forma a descentralizar o poder e a governar mais eficazmente através do sistema da tetrarquia. http://www.infopedia.pt/$constantinopla-e-o-imperio-bizantino



C. Desenvolvimento da adoração de imagens e relíquias.


Pura calúnia! A Igreja Católica jamais “adorou” imagens ou relíquias. As imagens e relíquias dos santos e mártires católicos são VENERADAS desde o apóstolos, basta conferir as provas arqueológicas dos primeiros séculos:



D. Regime sacerdotal estabelecido. Salvação pela intercessão dos homens.

Pura calúnia! O regime sacerdotal na igreja de Cristo já aparece nas Escrituras desde o sacerdote Melquisedeque (Gên 14,18), passando por (Hebreus, 5, 1-4). Já a “Salvação pela intercessão dos homens” é uma lorota ridícula do pastor. A intercessão dos homens pode no máximo contribuir para a purificação dos pecadores. “Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não é para a morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecaram para a morte. Há pecado para a morte, e por esse não digo que ore.” (1 João 5, 16-17).

7. As igrejas verdadeiras neste tempo:


Lá vem lorota!

A. Grã-Bretanha era o baluarte de cristianismo verdadeiro durante seis séculos, começando no tempo do apóstolo Paulo. No ano 597 d.C., chegou um monge católico, Austin (Agostinho), pelas ordens do "Papa" Gregório I para converter os anglicanos, mas achou um cristianismo já funcionando muito bem.


Diga-se, funcionando muito bem errado para o que São Patrício havia ensinado antes. E que “anglicanos” são esses em 597, se foram criados no século 16 por um rei adúltero???


Anglicanos e Batistas sempre tentam passar a falsidade que, a Inglaterra era território desconhecido dos romanos nos primeiros séculos. Isso não procede. No I milênio a.C., os celtas invadiram as ilhas britânicas submetendo os habitantes das ilhas. Seus sacerdotes, os druidas, dominavam a sociedade e eram todos pagãos.

Carausio (falecido em 293), era um comandante militar do Império Romano que usurpou o poder em 286, declarando-se imperador na Grã-Bretanha e do norte da Gália.


Quanto aos cristão dalí citados por Tertuliano no século III, as evidências arqueológicas demonstram um cristianismo muito temporão, levado às ilhas Britânicas, seguramente por escravos dos assentamentos Romanos ou por cristãos que fugiam às ilhas Britânicas para libertar-se da perseguição, provavelmente através das rotas comerciais do estanho compartilhadas com Irlanda e Espanha. Registos assinalam a presença de bispos britânicos presentes ao Concilio católico de Arlés no 314, o que prova que a Igreja britânica era católica.



"Inglaterra", Enciclopédia Microsoft(R) Encarta(R) 99. (c) 1993-1998 Microsoft Corporation. Todos os direitos reservados.

1. Um pregador por nome de Patrick (Patrício) fez um bom trabalho no meio destas igrejas já existentes desde o tempo de Paulo! Este pregador não era católico porque a igreja católica não tinha chegada lá ainda!

Pura calúnia! São Patrício foi sacerdote e bispo católico. Depois de São Germano ser destacado pela Santa Sé para combater os ensinamentos errados de Pelágio, na Grã-Bretanha, escolhe São Patrício para o acompanhar, o que lhe dá o privilégio de participar, juntamente com os representantes de Roma, no triunfo sobre a heresia e o paganismo. http://www.infopedia.pt/$sao-patricio


2. Patrick (Patrício) foi seqüestrado por piratas quando era jovem e foi vendido como escravo na Irlanda donde escapou após seis anos de captura. Depois voltou como missionário. Batizou (por imersão) 2.000 adeptos, estabeleceu 365 igrejas, ajudou-as todas escolher seu pastor, e praticava a ceia do Senhor como batistas hoje.

Correção: São Patrício era católico, não batizou por imersão os novos católicos, estabeleceu muitas igrejas católicas, não escolheu “pastor” nenhum, porque eles não existiam, existiam padres, e a Ceia que ele ensinava era a Eucaristia com pão ázimo e vinho, que é muito diferente do que fazem os batistas que só teriam sua seita fundada mais de 1000 anos depois. Este relato extraído da biografia de são Patrício acaba com o engodo do pastor: “Em seguida, eles foram batizados, e vestidos de branco. Pediram para ver o rosto de Cristo. " O santo disse: "não podeis ver o rosto de Cristo, a menos que provem a morte, e a menos que recebam o sacrifício". Eles responderam: "Dêem-nos o sacrifício, de tal forma que possamos ver nosso Esposo." - E a narrativa antiga acrescenta, - "quando receberam a Eucaristia de Deus, dormiram o sono da morte, e foram colocados nas casas, carregando suas roupas de batismo". (Enciclopédia Católica)

3. Os padres católicos chegaram 136 anos depois da morte de Patrício! Muitos ingleses resistiram o catolicismo mas finalmente foram forçados a recebê-lo pelo Sínodo de Whitby no ano 664. (Veja W. A. Jarrell, Baptist Church Perpetuity, pp. 472-479; W. J. Burgess, Baptist Faith and Martyrs’ Fire, pp. 358-365).


Pura calúnia! Essa fonte citada é batista, e ostenta tanta calúnia quanto essas quimeras que refutamos do pastor. Vejamos então se São Patrício era católico ou não: "Foi pouco antes de sua morte que (o papa) Celestino confiou esta missão, ao apóstolo da Irlanda, e nesta ocasião deu-lhe muitas relíquias e outros dons espirituais, e lhe deu o nome de "Patertius" ou "Patritius" não como um título honorífico, mas como uma previsão frutífera e meritória de seu apostolado, que se converteria em “pater civium” (pai de seu povo). Patrick em sua viagem de regresso de Roma recebeu em Ivrea a notícia da morte de Paládio, e desviando para a vizinha cidade de Turim recebeu a consagração episcopal das mãos do seu grande bispo, São Máximo. (...)” (trecho de “A vida de Saint Germain”, por Heric de Auxerre ).

4. "Os britânicos preservaram a fé que tinham recebido incorrupta e inteira, em paz e tranqüilidade até o tempo do Imperador Dioclécio." (Veja Venerable Bede’s Ecclesiastical History, Book 1, Chapter 4, p.42).


Pois é, tal fé foi levada pelo grande católico São Patrício e distorcida depois, precisando novamente ser corrigida e assim foi feito, até um adultério o rei Henrique VIII desvirtuá-la novamente. Recentemente 400 mil anglicanos, num dia, converteram-se católicos.



B. Os montanistas e novacianos, que duraram até o século VIII em Ásia Menor, África, e Europa.


Estas não passam de seitas heréticas e extintas, fundadas por hereges expulsos da Igreja Católica. Conforme respostas acima.

C. Os donatistas, especialmente no norte da África, existiram desde o começo do cristianismo mas foram dados este apelido por causa do seu líder Donato, no ano 311 d.C. Duraram até o século VII d.C.

Pura calúnia! Os donatistas não são do começo do cristianismo, são do século IV, o cristianismo é do século 1. Para sabermos qual era a verdadeira Igreja daquele tempo, basta recorremos aos registros do historiador Optato de Milevi, contemporâneo dos fatos no ano 367, registrou: "Na cidade de Roma, quem por primeiro se sentou na cátedra episcopal foi o Apóstolo Pedro, ele que era a cabeça de toda a Igreja, (...) Os apóstolos nada decidiam sem estar em comunhão com esta única cátedra (...) Recorde a origem desta cátedra, todos que reinvidicam o nome da Santa Igreja Católica..." (O Cisma Donatista 2:2).

1. Foram os primeiros a sofrer pelo "princípio constantino," isto é, pela união do estado com a religião "cristã."


Donato apenas foi exilado para Gália em 347, por ser incapaz de provar todas as suas acusações falsas. http://pt.wikipedia.org/wiki/Donato_de_Casa_Nigra


Nunca houve “união” do estado romano com a Igreja. O estado simplesmente parou de perseguir todas as religiões, punia com expulsão os causadores de tumultos, como os donatistas.

2. 411-415 d.C. O clímax da divisão veio com o debate entre eles e os bispos Agostinho e Aureliano que tentaram forçar todos os cristãos unirem-se debaixo da proteção do estado. O magistrado decidiu, naturalmente, que Agostinho tinha razão. No fim, o Imperador declarou que todos os donatistas não tinham direito nenhum como cidadãos e proibiu todos assistirem seus cultos. (Kurtz, Church History, I, pp. 395-396; Leonard Verduin, The Reformers and Their Stepchildren, pp 65-66).


Pura calúnia! Essa era uma questão exclusiva da Igreja. O esforço falhou justamente por que os donatistas foram incapazes de provar para uma série de concílios que consideraram o caso que Ceciliano fora um traditor ou que sua consagração fora inválida por ter sido realizada por um, o bispo Félix de Aptunga.


O primeiro concílio de Arles condenou formalmente a heresia do Donatismo. Ele começou como um apelo dos donatistas ao imperador Constantino, contra a decisão do Concílio de Roma, em 313 dC, no Latrão, sob o Papa Milcíades. Esta foi a primeira vez que um apelo de uma facção cristã foi feita a um poder secular. E ele acabou de maneira desfavorável para os donatistas que acabaram se tornando inimigos de Roma.

O estado apenas não quis ali os arruaceiros acusadores que não conseguiam provar nada e criavam distúrbios sociais. http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADnodo_de_Arles



3. Donato declarou aos comissários, "Quid est imperatori cum ecclesia?" ("O que tem o Imperador com a igreja?")


Resposta: nada. Apenas não queria arruaceiros em seu território, como qualquer outro governo faria e o pastor na casa dele.

4. Os donatista e os anabatistas que vieram depois eram iguais em sua doutrina e prática.

Pura calúnia! Os anabatistas eram polígamos, os donatistas não. Como vimos, o donatismo era uma seita fundada por um dissidente da Igreja Católica no século 4. Os anabatistas eram seitas religiosas protestantes que surgiram na Europa durante a “reforma (?)” no século 16. No dia 25/6/1535, o povo da cidade alemã de Münster, exterminou os invasores e POLÍGAMOS anabatistas, outros 30 mil e seu líder Thomas Munzer, foram exterminados pela vontade de Lutero, conforme registro oficial da história. (VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Ed, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249). (Revista Pergunte & Responderemos. 03/97). http://mb-soft.com/believe/ttcm/anabapti.htm



A Idade Média, de 476 a 1453 d.C.


1. Grandes mudanças no cristianismo e a civilização ocidental.

Próspero período em que a Igreja Católica cristianizou o sanguinário império romano e desenvolveu a sociedade moderna. - A Igreja Católica forneceu mais ajuda e apoio financeiro ao estudo da Astronomia, por mais de seis séculos – da recuperação do saber antigo da Baixa Idade Média ao Iluminismo -, do que qualquer outra e, provavelmente, todas as outras instituições. (J.L.Heilbron – Universidade da Califórnia, em Berkeley)

A. 330 d.C. a capital do Império Romano foi transferida para o Leste, isto é, Constantinopla.


Puro descuido do pastor, nessa regressão do tempo em seu texto.

B. 476 d.C. Roma caiu, e o poder eclesiástico manteve controle sobre o Oeste no meio do isolacionismo feudal. Era o único poder unificador. O Papa assumiu o poder e glória do império, abrindo alas para outros erros, e culminando no "Santo Império Romano."

Roma não caiu. Caiu a Itália, e caiu por causa das guerras de seus imperadores pagãos contra os unos como Átila e o vândalo Genserico. Quando Átila invadiu a Itália o imperador fugiu, quem o barrou nos portões de Roma, apenas com as palavras do evangelho foi o papa Leão I. Roma triunfou e salvou a maior biblioteca do conhecimento humano da face da terra. Nunca houve nenhum "Santo Império Romano", mas o Sacro Império Romano, que era governado por reis cristãos que contiveram a barbárie do mundo.

1. O Papa coroou reis.


Sim. Coroou reis cristãos que muito ajudaram a expulsar os Bárbaros de territórios ocupados. Depois evangelizou esses Bárbaros que hoje é o povo alemão.

- “A Igreja Católica teve de empreender a tarefa de introduzir a lei do Evangelho e o Sermão da Montanha entre os povos Bárbaros, que tinham o homicídio como a mais honrosa ocupação e a vingança como sinônimo de justiça.” (Christopher Dawson);

2. Iniciou as "Santa Cruzadas" e fez guerra para impor suas leis.


O termo “cruzada” não era conhecido no tempo histórico em que ocorreu. Para eles, era “iter”, “peregrinatio”, “succursus”, “passagium”.


Iniciou-se primeiramente junto com ao povo cristão, para expulsar os muçulmanos que haviam invadido Jerusalém para apagar da terra os sinais da passagem de Cristo e impedir as peregrinações à terra santa. Quando em 638 o Califa Omar invadiu Jerusalém, esta era, há mais de três séculos, cristã. Nada a ver com “impor leis”. Deus quis que a vitória ficasse com os católicos.

3. Instituiu o sistema universitário para controlar o pensamento e liderança do povo, trazendo a Renascença com seu Humanismo e Escolástica, cheia de filosofia e lógica grega .


Engraçado esses protestantes em parafuso. Ora caluniam que a igreja “negava” leitura ao povo para que se mantivessem “dominados”, ora reclamam porque a Igreja criou as universidades para que o povo não se deixasse enganar por falta de conhecimento. Ao contrário do que fala o infeliz pastor, nessa época foi quando a Igreja mais anulou a filosofia grega, a começar pela condenação do Geocentrismo grego e sua Alquimia fajuta. O padre Copérnico descobriu o Heliocentrismo e os monges disseminaram a ciência moderna pelo mundo.

C. 493 d.C. Os Ostrogodos conquistaram a Itália;em 527-565, o reino de Justiniano I que livrou Itália dos Ostrogodos e restaurou o poder ao Papa.


Correção: Os Ostrogodos ficaram no poder de 488 a 526. Eles tomaram o estado e não a Igreja. A Igreja levava sua vida normal e teve neste período cinco papas: São Gelásio I , Anastácio II , São Símaco, Santo Hormisdas, São João I.

D. 570 d.C. Nascimento de Maomé; em 632 d.C., sua morte.

O que a Igreja tem a ver com isso??? Vamos usar essas datas só para mostrar para o pastor que os seguidores de Maomé estavam errados quando invadiram a terra de Jesus, que é do século 1.

E. 668 d.C. Perseguição dos Paulacianos (Paulicianos). Eram anabatistas.


A seita do paulacianos nada tinha a ver com o apóstolo Paulo, floresceram entre 650 e 872 na Armênia e partes orientais do Império Bizantino, como Anatólia e os Balcãs. De acordo com fontes medievais bizantinas, o nome do grupo foi obtido a partir do terceiro século do bispo de Antioquia, Paulo de Samósata. (eles sempre recorrem ao retrô para parecerem antigos. Usam a mesma técnica da Maçonaria). Eram compostos de muitos unos e grande número foi chacinado pelos imperadores. Mas vamos a melhor parte:

Os Paulícios sobrevivem hoje na Bulgária, retendo seu dialeto peculiar e desde o século XIX se uniram ao catolicismo romano sob a influências de missionários franciscanos.





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Até aqui, a refutação dos devaneios do Pr. Steve Montgomery.

Os 20% restantes de suas afirmações que prosseguem ali, são repetições, fatos alheios à fundação dos batistas e erros anti-históricos, já refutados também nas mentiras do pastor Lauro Campos neste link:




Imaginem vocês que toda essa “viagem fantástica” do Pr. Montgomery, foi só para mascarar que, de fato, a igreja batista foi fundada no século 16, por John Smyth, na Holanda. Coisa que o pastor omitiu em seu texto o tempo inteiro.

Os anabatistas, que ele tanto aproveita a rima para forçosamente associá-los aos batistas, é uma violenta e extremamente radical seita que promovia a poligamia e o comunismo. Os anabatistas brotaram da “reforma” protestante no século 16, fez sua primeira aparição em 1521 em Zwickau, no presente reino da Saxônia.
http://mb-soft.com/believe/ttcm/anabapti.htm


Agora veja, confirme com seus próprios olhos, que a Igreja Batista que entrou no Brasil é nada mais nada menos que, um braço cabeludo da nefasta Sociedade Secreta Maçonaria.

O texto abaixo que confirma tudo, está no estatuto maçon, da loja A.G.D.G.A.D.U. Benemérita Loja Antônio nº 5, e revela:

[A MAÇONARIA E OS BATISTAS NO BRASIL

Os emigrados dos EUA que se estabeleceram em Santa Bárbara em São Paulo fundaram em 10/09/1871 a Igreja Batista em Santa Bárbara (4. pg. 230), a primeira Igreja Batista estabelecida em solo brasileiro (Pr. Richard Ratcliff), fundaram também em 1874 a Loja Maçônica "George Washington" (4, pg. 44), onde se encontravam cerca de oito batistas sendo que pelo menos cinco deles foram também fundadores da Primeira Igreja, entre eles estava o Pr. Robert Porter Thomas.]





Eis a verdade, que remove num suave solavanco, o chão sob os pés do mentiroso Pr. Steve Montgomery da Igreja Batista Independente de Ourinhos, S.P.


Batistas, que ninguém vos engane. Mirem-se no exemplo dos anglicanos ingleses, que voltaram festivos à Una Santa Igreja Católica, como o filho pródigo à casa do Pai.



Autor: Fernando Nascimento

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